terça-feira, 29 de junho de 2010

TU ES PETRUS!

“Tu es Petrus, et super hanc petram aedificabo Ecclesiam meam. Et portæ inferi non prævalebunt adversus eam. Et tibi dabo claves regni cælorum." (Matthaeum 16, 18-19)

"Tu és Pedro, e sobre esta Pedra edificarei a minha Igreja, e as portas do Abismo nada poderão contra ela. Dar-te-ei as chaves do Reino do Céu;"

Em total unidade com o sucessor de Pedro, saudemos o Papa Bento XVI, no dia dos Apóstolos e Mártires São Pedro e São Paulo, pilares da Una, Santa, Catolica et Apostolica Ecclesia. Recordamos aqueles homens que no primeiro século deixaram tudo e seguiram Nosso Senhor Jesus Cristo, um pescador da Betesaida e outro curtidor de peles de Tarso, e foram pescadores de homens e de mulheres para a nascente Igreja e fundadores de comunidades pelo mundo na altura conhecido, alcançaram ambos o martírio em Roma.

De tantas peças elaboradas com base na exclamação do Senhor Jesus "Tu es Petrus", recordo uma que não é das mais conhecidas, o "Tu es Petrus" do romântico Gabriel Fauré, interpretada por um jovem solista baixo e pelo Coro Regina Coeli de Lisboa, no início da 1ª década do século XXI, na Basílica do Convento de Mafra, por entre aqueles 6 órgãos, agora sibilantes e na altura ainda quase mudos, ecoando do alto, por uma das janelas laterais esquerdas do altar. Eu e a HL, simples tenor e soprano, rodeados pelas vozes de muitos que agora outras vias cruzam, tivemos a alegria de participar nesse concerto, já passaram cerca de 10 anos!

Neste dia de São Pedro e de São Paulo, com que alegria sentimos a catolicidade da unidade na diversidade e de termos sido tocados pela Fé e pela Graça dos sentimentos que inconscientemente sentimos pelo Santo Padre e pedirmos: "Santo Padre guiai o rebanho do Senhor!"

Uma nota pessoal: Para todos aqueles que a sua graça é Pedro ou Paulo, estamos de parabéns (sem orgulho exterior mas com alegria interior)!

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Santíssimo Corpo e Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo

Transcrevo do site oficial do Patriarcado de Lisboa o seguinte convite, para que particularmente possamos celebrar a Devoção Eucarística, que está intrínseca à nossa catolicidade e, enquanto não for decidido em Portugal o fim do Feriado Móvel do Corpo de Deus, poderemos publicamente celebrar (ainda) este ano, amanhã, dia 03 de Junho de 2010.

Contrariamente à religiosidade popular mais generalizada e a uma certa idolatria menos esclarecida, que por vezes ocorre aquando das "procissões" e devoções em honra de um(a) determinado(a) padroeiro(a) ou santo(a) pelo qual a devoção local ou outra é exercida, a Procissão do Corpo de Deus é feita ao Senhor dos Senhores, ao Rei dos Reis, a Jesus Cristo Vivo em que o Santíssimo Sacramento caminha connosco na nossa vida e num contexto urbano da nossa Cidade dos Homens.

A última proposta de projecto de resolução entrada na Assembleia da República no passado dia 19 de Maio de 2010 prevê a extinção do Feriado Móvel do Corpo de Deus (tal como o Dia de Todos os Santos, o Dia da Implantação da República e o Dia da Restauração da Independência, respectivamente, 1 de Novembro, 5 de Outubro e 1 de Dezembro). A mesma não está ainda agendada na respectiva comissão.


"CRISTO VIVO NO CORAÇÃO DA CIDADE" - CELEBRAÇÃO DO CORPO DE DEUS

Excelentíssimo Senhor

Em nome de Sua Eminência o Senhor Cardeal-Patriarca de Lisboa, D. José da Cruz Policarpo, venho dar a conhecer a Vossa Excelência o programa da habitual celebração da Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo, que terá lugar no próximo dia 03 de Junho:

Sé Patriarcal
11.30H – Celebração da Santa Missa, presidida pelo Senhor Cardeal-Patriarca.12.30H-16.30H – Adoração do Santíssimo Sacramento.

Solene Procissão do Corpo de Deus

Início às 16.30H, com o seguinte percurso:
Largo da Sé, Rua das Pedras Negras, Rua da Madalena, Rua dos Condes de Monsanto, Praça da Figueira, Rua da Prata, Rua da Conceição, Rua de Santo António da Sé e Largo da Sé.

No Terreiro da Sé, cerca das 18.00H:
Bênção do Santíssimo Sacramento.

Trata-se de uma Celebração de longa tradição e fervorosa vivência na cidade de Lisboa, na qual contemplamos e testemunhamos a presença de Cristo Vivo, fonte de comunhão e de renovação da esperança, que comprometem os crentes na construção da Cidade.

Desta forma, dirijo também a V. Exª, com o maior empenho, o convite para nela participar.

Com os meus cordiais cumprimentos,
O Vigário-Geral
D. Tomaz Pedro Barbosa Silva Nunes
Bispo Auxiliar de Lisboa

Por isto apelei hoje a um conjunto de amigos que estivessemos, preferencialmente com as crianças, se não for possível em toda a Procissão, pelo menos no final, pelas 18h, de volta à Sé de Lisboa, aquando da solene adoração Eucarística, em que todos, mesmo todos, incluindo os Sucessores dos Apóstolos e os Reverendíssimos Sacerdotes, estaremos voltados para a Santíssima Eucaristia.

Petrus

sábado, 22 de maio de 2010

Pentecostes 2010 - Veni Creator Spiritus

Veni Creator Spiritus,
Mentes tuorum visita,
Imple superna gratia,
Quae tu creasti, pectora.


Qui Paraclitus diceris,
Altissimi donum Dei,
Fons vivus, ignis, caritas,
Et spiritalis unctio.


Tu septiformis munere,
Digitus Paternae dexterae,
Tu rite promissum Patris,
Sermone ditans guttura.


Accende lumen sensibus,
Infunde amorem cordibus,
Infirma nostri corpis
Virtute firmans perpeti.


Hostem repellas longius,
Pacemque dones protinus;
Ductore sic te praevio,
Vitemus omne noxium.


Per te sciamus da Patrem
Noscamus atque Filium;
Teque utriusque Spiritum
Credamus omni tempore.


Deo Patri sit gloria,
Et Filio, qui a mortuis
Surrexit, ac Paraclito
In saeculorum saecula.


Amen.



SEQUÊNCIA

Vinde, ó santo Espírito,
vinde, Amor ardente,
acendei na terra
vossa luz fulgente.

Vinde, Pai dos pobres:
na dor e aflições,
vinde encher de gozo
nossos corações.

Benfeitor supremo
em todo o momento,
habitando em nós
sois o nosso alento.

Descanso na luta
e na paz encanto,
no calor sois brisa,
conforto no pranto.

Luz de santidade,
que no Céu ardeis,
abrasai as almas
dos vossos fiéis.

Sem a vossa força
e favor clemente,
nada há no homem
que seja inocente.

Lavai nossas manchas,
a aridez regai,
sarai os enfermos
e a todos salvai.

Abrandai durezas
para os caminhantes,
animai os tristes,
guiai os errantes.

Vossos sete dons
concedei à alma
do que em Vós confia:

Virtude na vida,
amparo na morte,
no Céu alegria.

Aleluia! Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor! Aleleuia!

Saudemos o Pentecostes, formação da Igreja, saudemos os Santos Apóstolos e a Santa Mãe de Nosso Senhor, que entre paredes, receberam o Espírito Santo sob a forma de línguas de fogo. E lembremos o tempo em que os Santos Domingos eram contados não como "domingos comuns" mas como "Domingos a seguir ao Pentecostes", quem não se lembra dos maravilhosos sermões de Santo António? Habitualmente terminavam com x Domingo a seguir ao Pentecostes.

sábado, 15 de maio de 2010

How beautiful are the feet of them that preach the gospel of peace, and bring glad tidings of good things!

VIVA O PAPA BENTO XVI:

Quam pulchri super montes pedes annuntiantis, praedicantis pacem, annuntiantis bonum, praedicantis salutem, dicentis Sion: “Regnavit Deus tuus!”- Liber Isaiae 52, 7

Como são belos sobre os montes os pés do mensageiro que anuncia a paz, que traz a Boa Nova, que proclama a salvação e diz a Sião: "O teu Deus é Rei". Eis o grito das tuas sentinelas que levantam a voz. Todas juntas soltam brados de alegria, porque vêem com os próprios olhos o Senhor que volta para Sião. Rompei todas em brados de alegria, ruínas de Jerusalém, porque o Senhor consola o seu povo, resgata Jerusalém. O Senhor descobre o seu santo braço à vista de todas as nações, e todos os confins da terra verão a salvação do nosso Deus. - Is 52, 7-10

A bela passagem de Isaías, que São Paulo aos Romanos redescobre e que podemos ouvir no número 38, na ária para contralto, do Messias de Handel, aplicou-se mais uma vez, com a vinda do Santo Padre Bento XVI a Portugal.

Com ele percorremos os caminhos de Lisboa, Fátima e Porto, convivemos com um povo que caminha, clamando "Vem Senhor!" e que recebeu o Bispo de Roma, Vigário de Cristo na Terra, com a alegria da redenção. Quantas mágoas e choros, quanta emoção, foi carregada, por homens e mulheres, velhos e novos, pobres e ricos, cultos e sábios ou simplesmente à procura, que junto com o Sucessor de Pedro, pediram ao Senhor Jesus Cristo, por intercessão de Maria Santíssima, a sua protecção, absolvição e no fundo, uma vida simples e melhor.

Obrigado Santo Padre. Obrigado Bento XVI.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Com o Santo Padre no Terreiro do Paço

Fui uma das 200.000 pessoas que estiveram dia 11 de Maio com o Santo Padre na baixa de Lisboa. De manhã tinha estado com a minha mulher e o nosso menino na Gago Coutinho, com as irmãs Servas da Sagrada Família.

Vi-o cara a cara, vi os seus olhos e o seu sorriso, ouvi as suas palavras e as entrelinhas das mesmas. Estive a 1 metro do nosso querido e bem amado Papa!

A primeira leitura foi um dos textos que mais me toca na Sagrada Escritura e que aqui postei no dia de todos os santos - Apocalipse 7 onde o Apóstolo São João relatou "a multidão que ninguém pode contar e provém de todas as nações, tribos, povos e línguas e que estavam vestidos de túnicas brancas e com palmas na mão" - os servos do Nosso Deus, em cuja fronte foi traçado o Sinal da Cruz (da homilia do Santo Padre).

A homilia completa está em:

http://static.publico.clix.pt/docs/sociedade/missa.pdf

Santo Padre! Guiai o vosso rebanho por veredas limpas! Guiai-nos na evangelização da Europa!

VIVA O PAPA.

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Willkommen Heilige Vater!


Benedictus qui venit in nomine Domini!




EU ACREDITO!


Nós sabemos porquê,
Porquê seguir esta estrada,
Queremos olhar Jesus
E crescer na Santidade.


Viver a nossa missão,
Dia‐a‐dia em cada encontro
Escolhidos p’a anunciar
A beleza do Amor e a Verdade


Na Fé O vejo: eu acredito!
Na igreja O escuto: eu acredito!
No Amor O toco: eu acredito!
Por isso eu digo: eu acredito!


O Papa traz‐nos Jesus,
Celebremos em unidade,
Erguendo a Sua luz,
Servindo em Caridade


Nós sabemos porquê
Porquê acreditar,
Se olharmos o que Lhe aconteceu,
Assim estamos certos


Com agradecimentos a:

Rev. Pe José Miguel Pereira

Maria Durão
Carlos Garcia


Luís Roquette





BENVINDO BENVINDO!

PASTOR UNIVERSAL!

SANTO PADRE!

BENVINDO A PORTUGAL!

domingo, 4 de abril de 2010

CRISTO RESSUSCITOU ALELUIA

E Simão Pedro gritou: O Senhor está vivo, Ele ressuscitou!
Aleluia! Aleluia! Aleluia! Aleluia! Aleluia! Aleluia!

MENSAGEM URBI ET ORBI DO SANTO PADRE BENTO XVI PÁSCOA 2010

«Cantemus Domino: gloriose enim magnificatus est».

«Cantemos ao Senhor: é verdadeiramente glorioso!» (Liturgia das Horas: Páscoa, Ofício de Leituras, Ant. 1).

Queridos irmãos e irmãs!

Transmito-vos o anúncio da Páscoa com estas palavras da Liturgia, que repercutem o antiquíssimo hino de louvor dos hebreus depois da travessia do Mar Vermelho. Conta o Livro do Éxodo (cf. 15, 19-21) que, depois de atravessarem o mar enxuto e terem visto os egípcios submersos pelas águas, Miriam – a irmã de Moisés e Aarão – e as outras mulheres entoaram, dançando, este cântico de exultação: «Cantai ao Senhor que Se revestiu de glória. Precipitou no mar o cavalo e o cavaleiro!» Por todo o mundo, os cristãos repetem este cântico na Vigília Pascal, cujo significado é depois explicado na respectiva oração; uma oração que agora, na plena luz da Ressurreição, jubilosamente fazemos nossa: «Também em nossos dias, Senhor, vemos brilhar as vossas antigas maravilhas: se outrora manifestastes o vosso poder libertando um só povo da perseguição do Faraó, hoje assegurais a salvação de todas as nações fazendo-as renascer pela água do Baptismo: fazei que todos os povos da terra se tornem filhos de Abraão e membros do vosso povo eleito».

O Evangelho revelou-nos o cumprimento das figuras antigas: com a sua morte e ressurreição, Jesus Cristo libertou o homem da escravidão radical, a do pecado, e abriu-lhe a estrada para a verdadeira Terra Prometida, o Reino de Deus, Reino universal de justiça, de amor e de paz. Este «êxodo» verifica-se, antes de mais nada, no íntimo do próprio homem e consiste num novo nascimento no Espírito Santo, efeito do Baptismo que Cristo nos deu precisamente no mistério pascal. O homem velho cede o lugar ao homem novo; a vida anterior é deixada para trás, pode-se caminhar numa vida nova (cf. Rm 6, 4). Mas o «êxodo» espiritual é princípio duma libertação integral, capaz de renovar toda a dimensão humana, pessoal e social.

Sim, irmãos, a Páscoa é a verdadeira salvação da humanidade! Se Cristo – o Cordeiro de Deus – não tivesse derramado o seu Sangue por nós, não teríamos qualquer esperança, o destino nosso e do mundo inteiro seria inevitavelmente a morte. Mas a Páscoa inverteu a tendência: a Ressurreição de Cristo é uma nova criação, como um enxerto que pode regenerar toda a planta. É um acontecimento que modificou a orientação profunda da história, fazendo-a pender de uma vez por todas para o lado do bem, da vida, do perdão. Somos livres, estamos salvos! Eis o motivo por que exultamos do íntimo do coração: «Cantemos ao Senhor: é verdadeiramente glorioso!»
O povo cristão, saído das águas do Baptismo, é enviado por todo o mundo a testemunhar esta salvação, a levar a todos o fruto da Páscoa, que consiste numa vida nova, liberta do pecado e restituída à sua beleza original, à sua bondade e verdade. Continuamente, ao longo de dois mil anos, os cristãos – especialmente os santos – fecundaram a história com a experiência viva da Páscoa. A Igreja é o povo do êxodo, porque vive constantemente o mistério pascal e espalha a sua força renovadora em todo o tempo e lugar. Também em nossos dias a humanidade tem necessidade de um «êxodo», não de ajustamentos superficiais, mas de uma conversão espiritual e moral. Necessita da salvação do Evangelho, para sair de uma crise que é profunda e, como tal, requer mudanças profundas, a partir das consciências.

Peço ao Senhor Jesus que, no Médio Oriente e de modo particular na Terra santificada pela sua morte e ressurreição, os Povos realizem um verdadeiro e definitivo «êxodo» da guerra e da violência para a paz e a concórdia. Às comunidades cristãs que conhecem provações e sofrimentos, especialmente no Iraque, repita o Ressuscitado a frase cheia de consolação e encorajamento que dirigiu aos Apóstolos no Cenáculo: «A paz esteja convosco!» (Jo 20,21).
Para os países da América Latina e do Caribe que experimentam uma perigosa recrudescência de crimes ligados ao narcotráfico, a Páscoa de Cristo conceda a vitória da convivência pacífica e do respeito pelo bem comum. A dilecta população do Haiti, devastado pela enorme tragédia do terremoto, realize o seu «êxodo» do luto e do desânimo para uma nova esperança, com o apoio da solidariedade internacional. Os amados cidadãos chilenos, prostrados por outra grave catástrofe mas sustentados pela fé, enfrentem com tenacidade a obra de reconstrução.

Na força de Jesus ressuscitado, ponha-se fim em África aos conflitos que continuam a provocar destruição e sofrimentos e chegue-se àquela paz e reconciliação que são garantias de desenvolvimento. De modo particular confio ao Senhor o futuro da República Democrática do Congo, da Guiné e da Nigéria.

O Ressuscitado ampare os cristãos que, pela sua fé, sofrem a perseguição e até a morte, como no Paquistão. Aos países assolados pelo terrorismo e pelas discriminações sociais ou religiosas, conceda Ele a força de começar percursos de diálogo e serena convivência. Aos responsáveis de todas as Nações, a Páscoa de Cristo traga luz e força para que a actividade económica e financeira seja finalmente orientada segundo critérios de verdade, justiça e ajuda fraterna. A força salvífica da ressurreição de Cristo invada a humanidade inteira, para que esta supere as múltiplas e trágicas expressões de uma «cultura de morte» que tende a difundir-se, para edificar um futuro de amor e verdade no qual toda a vida humana seja respeitada e acolhida.

Queridos irmãos e irmãs! A Páscoa não efectua qualquer magia. Assim como, para além do Mar Vermelho, os hebreus encontraram o deserto, assim também a Igreja, depois da Ressurreição, encontra sempre a história com as suas alegrias e as suas esperanças, os seus sofrimentos e as suas angústias. E todavia esta história mudou, está marcada por uma aliança nova e eterna, está realmente aberta ao futuro. Por isso, salvos na esperança, prosseguimos a nossa peregrinação, levando no coração o cântico antigo e sempre novo: «Cantemos ao Senhor: é verdadeiramente glorioso!»

Em Comunhão total e união espiritual com o Vigário de Cristo o Santo Padre Bento XVI rezemos pela conversão individual e universal de todos os povos e particularamente de todos os cristãos, povo eleito de Deus que aceitou e proclama Nosso Senhor Jesus Cristo como Salvador do mundo. Rezemos pelos Príncipes da Santa Madre Igreja, para que o Espírito Santo viva neles e que a cor escarlate que irradiam seja sinal da protecção, até ao sangue, que juraram defender da fé de Cristo e da vida do Papa. Rezemos pelos Sucessores dos Apóstolos, que a cor púrpura que carregam seja sinal da linha ininterrupta dos Santos Apóstolos e que apascentem as suas dioceses com Santidade.

Amen.

Deo Gratias!